Crítica | Annabelle 2: A Criação do Mal

    Há tempos que o terror hollywoodiano não via um talento mesclado com a capacidade de criar grandes franquias como o do malaio James Wan. O cineasta, responsável por nada menos que “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” mostrou que é possível um filme sobreviver ao baixo orçamento focando na execução, nos personagens, em histórias paralelas – o que implica em roteiros nem um pouco preguiçosos – e, por último mas não menos importante, os sustos essenciais…

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