A Grande Mentira | Crítica

A Grande Mentira Crítica Woo Who

Em A Grande Mentira, conhecemos Roy Courtnay (Ian McKellen), um golpista que acaba de encontrar o que parece ser mais uma de suas vítimas, Betty McLeish vivida por Helen Mirren. Betty é uma viúva que tem uma vida pacata distante do centro de Londres, e abre as portas de sua casa para Roy.

Tramando retirar cada centavo que Betty possui, Roy começa a se envolver com a atenção dada pela generosa Betty. A trama segue e somos apresentados ao neto de Betty, Steven (Russel Toevey) que desconfia que sua avó possa ser vítima de um golpe. Em meio a viagem para Berlim Steven revela algo surpreendente sobre o passado de Roy e vemos então o drama passar por uma reviravolta que coloca Roy contra a parede e traz a tona um passado oculto entre Betty e Roy.

A Grande Mentira tem uma fotografia simples, diferente da direção de arte, com destaque para cenografia do filme que transparece o cuidado em colocar determinados elementos em cena como quadrados que remetem ao espirito golpista que ronda a sala, até espelhos para demonstrar a dualidade vivida por Roy ao perceber que estava se afeiçoando a Betty.

A trilha sonora do filme acompanha o ritmo pouco marcado que o roteiro transparece, esse por sua vez, pode gerar um certo incomodo que surge através da falta de avanço que a história poderia ter em momentos que exigiam um ritmo mais acelerado.

O trunfo de A Grande Mentira fica por conta das atuações dos veteranos Ian McKellen e Helen Mirren. A interação entre os dois atores gera uma química muito agradável de se ver. Helen mostra toda a sua versatilidade atuando de forma brilhante, com destaque para sua cena final. O filme conta com a direção de Bill Condon, tem estreia marcada para 21 de novembro de 2019.

Confira abaixo o trailer oficial do longa:

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