Eu Sou Mais Eu | Crítica

Eu Sou Mais Eu

Kéfera Buchmann é a estrela do seu novo filme dedicado ao público jovem, Eu Sou Mais Eu. Dirigido por Pedro Amorim (“Divórcio”), o longa conta ainda com João Côrtes (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”) e Giovanna Lancellotti (“Tudo Por Um Popstar”). Com forte e óbvia inspiração no emblemático filme De Repente 30 (2004), vemos Kéfera vivendo Camilla Mendes, uma estrela da música pop, que se sente sufocada pela fama e pelos milhares de compromissos em sua agenda, voltar no tempo e parar misteriosamente no ano de 2004.

Adotando um tom nostálgico, com inúmeras referências ao ano de 2004, o filme se sai bem ao fazer graça com o estilo daquela época. Ele revela um completo saudosismo ao mostrar o estilo despojado de se vestir e as músicas que eram sucesso do momento. Kéfera, ou melhor Camila, revisita seu passado, vive antigas experiências, sentimentos e emoções e percebe que se transformou em uma pessoa fútil e desagradável e descobre que seu antigo melhor amigo tornou-se um estranho. Ela então embarca numa jornada onde precisa rever alguns conceitos de sua vida e encarar algumas realidades, para reverter o mal causado a si mesma e ter um aprendizado a partir do passado.

O filme é divertido, agradável, possui uma estrutura já conhecida, fala sobre auto-aceitação, aborda os dramas da adolescência, bullying, mas possui um roteiro com muitos clichês moldado aos tempos atuais. Um dos problemas é que o trailer oficial mostra muito do filme, praticamente o filme inteiro, inclusive em ordem cronológica dos acontecimentos. Não foi bem montado e entregou demais. As cenas leves que nos remetem a nossa própria adolescência, fazem o filme ser uma boa opção de entretenimento.

Confira abaixo o trailer oficial do longa:

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