A Justiceira | Crítica Até que ponto você iria para fazer justiça?

A Justiceira Crítica Woo Who

Riley North (Jennifer Garner) vivia tranquilamente, ao lado do seu marido, Chris (Jeff Hephner), e de sua filha Carly (Cailey Fleming) porem, na noite do aniversário de 10 anos da sua filha, a vida de Riley vira de cabeça para baixo quando ela presencia sua família ser assassinada.

Mesmo com seu testemunho reconhecendo os assassinos, por conta de um sistema corrupto, os responsáveis são inocentados. Após presenciar esse absurdo, Riley decide fazer justiça com as próprias mãos e embarca numa jornada para aperfeiçoar sua mente, corpo e espírito e se tornar “A Justiceira”.

Com direção de Pierre Morel (Busca Implacável) e roteiro de Chad St. Jones (Invasão a Londres), o longa trás uma história de vingança, tema que já foi abordado em diversos outros filmes, mas trás como diferencial o ponto de vista, vemos agora uma mãe comum, que se transforma em uma verdadeira máquina de matar quando todo o seu mundo e tirado dela.

As cenas de ação são muito bem coreografadas, com um elogio especial a Jennifer Garner, que fez um trabalho hercúleo de preparação para o longa, além de sua capacidade de dar a personagem um ar ao mesmo tempo frágil e forte. O ritmo do filme é fluido e instigante, fazendo com que o público embarque junto a personagem na jornada, vibrando com seus sucessos e sofrendo com suas derrotas. Com 3 arcos bem estruturados, o filme anda de forma rápida e passa sem que o espectador perceba.

No mais, A Justiceira (Peppermint) é um ótimo filme de ação, sem nenhuma grande mudança, mas que irá agradar aos fãs do gênero e ao público em geral.

Longa é distribuído no Brasil pela Diamond Films e tem data de estreia marcada para dia 18 de outubro.

Confira abaixo o trailer oficial do longa:

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